Agenda de Estudos

Universidade Federal do Maranhão

Centro de Ciências Humanas

Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente – GEDMMA

 Programação de Estudos – 2015.1

26/03/15

LEFEBVRE, Henri. El estado moderno. Geopolítica(s).vol. 3, núm. 1. 2012 p. 137-149.

16 e 23/04/15

VIÉGAS, Rodrigo Nuñes; PINTO, Raquel Giffoni; GARZON, Luis Fernando Novoa. Negociação e acordo ambiental: o termo de ajustamento da conduta (TAC) como forma de tratamento de conflitos ambientais. Rio de Janeiro: Fundação Heinrich Böll, 2014. Parte I; 1.1 Breve histórico da busca por consenso, solidariedade, participação e resolução negociada de conflitos. p. 36-61.

30/04/15

VIÉGAS, Rodrigo Nuñes; PINTO, Raquel Giffoni; GARZON, Luis Fernando Novoa. Negociação e acordo ambiental: o termo de ajustamento da conduta (TAC) como forma de tratamento de conflitos ambientais. Rio de Janeiro: Fundação Heinrich Böll, 2014. Parte I; 1.2. O “novo espírito do capitalismo” e as novas formas de ideologia. p. 62-68.

07/05/15

VIÉGAS, Rodrigo Nuñes; PINTO, Raquel Giffoni; GARZON, Luis Fernando Novoa. Negociação e acordo ambiental: o termo de ajustamento da conduta (TAC) como forma de tratamento de conflitos ambientais. Rio de Janeiro: Fundação Heinrich Böll, 2014. Parte I; 1.3. Refundação neoliberal do Estado ou processos de neoliberalização: convergência contraditória entre reestruturação econômica e regulatória no Brasil. p. 69-97.

14/05/15

VIÉGAS, Rodrigo Nuñes; PINTO, Raquel Giffoni; GARZON, Luis Fernando Novoa. Negociação e acordo ambiental: o termo de ajustamento da conduta (TAC) como forma de tratamento de conflitos ambientais. Rio de Janeiro: Fundação Heinrich Böll, 2014. Parte I; 1.3. Refundação neoliberal do Estado ou processos de neoliberalização: convergência contraditória entre reestruturação econômica e regulatória no Brasil. p. 69-97.

21/05/15

VIÉGAS, Rodrigo Nuñes; PINTO, Raquel Giffoni; GARZON, Luis Fernando Novoa. Negociação e acordo ambiental: o termo de ajustamento da conduta (TAC) como forma de tratamento de conflitos ambientais. Rio de Janeiro: Fundação Heinrich Böll, 2014. Parte I; 1.4. As reformas do sistema de justiça e o enfoque de acesso à justiça. p. 97-117.

28/05/15

VIÉGAS, Rodrigo Nuñes; PINTO, Raquel Giffoni; GARZON, Luis Fernando Novoa. Negociação e acordo ambiental: o termo de ajustamento da conduta (TAC) como forma de tratamento de conflitos ambientais. Rio de Janeiro: Fundação Heinrich Böll, 2014. Parte I; 1.4. As reformas do sistema de justiça e o enfoque de acesso à justiça. p. 97-117.

11/06/15

CABRAL,Amilcar.Libertação nacional e cultura. SANCHES,Manuela Ribeiro (ORG.). Malhas que os impérios tecem: textos anticoloniais, contextos pós-coloniais. Lisboa: Edições 7, 2011

18/06/15

  Texto indicado por Samarone acerca da crítica à etnografia/antropologia 

25/06/15

RELAJU

02/07/15

PEIRANO, Mariza. Pecados e virtudes da Antropologia: uma reação ao problema do nacionalismo metodológico. Disponível em: http://novosestudos.uol.com.br/v1/files/uploads/contents/103/20080627_pecados_e_virtudes_da_antropologia.pdf

INDICAÇÕES PARA O PRÓXIMO SEMESTRE

WEBER, Florance. O trabalho fora do trabalho. Cap. I Princípios de métodos

SCOTT, J. Formas cotidianas de resistência camponesa. Revista Raizes. v. 21, n.1. Editora UFCG, 2002.

JAMES C. SCOTT E A RESISTÊNCIA COTIDIANA: UMA AVALIAÇÃO CRÍTICA – Karl Monsma – http://portal.anpocs.org/portal/index.php?option=com_docman&task=doc_view&gid=4977&Itemid=358

ALBERT, Bruce. O ouro canibal e a queda do céu: uma crítica xamânica da economia política da natureza. Série Antropologia, n. 174, UNB, 1995.

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